Brasileiros na NBA: principais nomes nacionais da liga, estatísticas e destaques
Com mais de 78 anos de história, a liga de basquete norte-americana nunca foi tão popular como agora. Tendo seus principais atletas atuais de outras nacionalidades, a globalização da competição tem deixado tudo mais equilibrado entre as 30 franquias. Para melhor noção, os últimos 7 MVPs do campeonato não foram dos Estados Unidos. Dessa forma, o crescimento no número de brasileiros na NBA também tem acelerado.
O que antes parecia impossível, agora tem se tornado cada vez mais frequente. Atletas nacionais como Gui Santos, Mãozinha Pereira, Vinicius Lúcio da Silva e Nathan Fernandes Mariano são apenas alguns dos grandes destaques tupiniquins. Vale destacar também Kamilla Cardoso, uma das melhores esportistas da WNBA.
Sendo assim, para os próximos anos o número de jogadores canarinho no torneio de basquete mais famoso do mundo só tende a aumentar.
Acompanhe a leitura do artigo e entenda tudo sobre os brasileiros na NBA, desde os nomes que já fizeram história na competição, até os atuais destaques e futuros prospectos do torneio.
Brasileiros na NBA: quantos atletas nacionais já pisaram nas quadras da liga?
Em suas quase duas décadas de liga, a NBA já contou com 20 brasileiros que disputaram ao menos um jogo oficial na liga norte-americana.
É importante ressaltar que essa contagem considera atletas que realmente entraram em quadra, ou seja, não incluem aqueles que foram draftados, mas optaram por não atuar ou recusaram contrato. Oscar Schmidt e Marquinhos Abdalla são alguns desses exemplos.
Entre esses 20, há desde quem teve participações muito breves e outros que construíram longas carreiras na competição, conseguindo virar ídolos nas franquias, como Thiago Splitter no San Antonio Spurs e Leandrinho Barbosa no Phoenix Suns.
Confira abaixo a lista completa de brasileiros na NBA até aqui:
- Rolando – Blazers – 26ª escolha do draft de 1988;
- Pipoka – Mavericks – agente livre;
- Nenê Hilário – Nuggets, Wizards e Rockets – 7ª escolha do draft de 2002;
- Alex Garcia – Spurs e Hornets – agente livre;
- Leandrinho – Suns, Raptors, Pacers, Celtics e Warriors – 28ª escolha do draft de 2003;
- Rafael Araújo “Bábby” – Raptors e Jazz – 8ª escolha do draft de 2004;
- Anderson Varejão – Cavaliers e Warriors – 30ª escolha do draft de 2004;
- Marquinhos – Hornets – 43ª escolha do draft de 2006;
- Tiago Splitter – Spurs, Hawks e 76ers – 28ª escolha do draft de 2007;
- Fab Melo – Celtics – 22ª escolha do draft de 2012;
- Scott Machado – Lakers e Rockets – agente livre;
- Vitor Faverani – Celtics – agente livre;
- Lucas “Bebê” Nogueira – Raptors – 16ª escolha do draft de 2013;
- Bruno Caboclo – Raptors, Grizzlies e Rockets – 20ª escolha do draft de 2014;
- Marcelinho Huertas – Lakers – agente livre;
- Raulzinho – Jazz, 76ers, Cavaliers e Wizards – 47ª escolha do draft de 2013;
- Cristiano Felício – Bulls – agente livre;
- Didi Louzada – Pelicans e Blazers – 35ª escolha do draft de 2019;
- Gui Santos – Warriors – 55ª escolha do draft de 2022;
- Mãozinha – Grizzlies – agente livre.
Quem foi o primeiro brasileiro a jogar na NBA?
O pioneiro entre os brasileiros na NBA foi Rolando Ferreira. Ele foi selecionado no draft de 1988 pelo Portland Trail Blazers na primeira rodada geral, e estreou na temporada 1988/1989.
Embora sua passagem tenha sido curta, com apenas 12 jogos, e somente 9 pontos anotados nesse meio tempo. Para melhor noção, o atleta foi um role player de médias de 0,8 ponto e 1,1 rebote por jogo em cerca de 2,8 minutos por partida.
Vale lembrar que, antes dele, outros brasileiros chegaram a ser draftados, como o lendário Oscar Schmidt, como 131ª escolha do draft de 1984 pelo New Jersey Nets.
O maior pontuador da história nacional se recusou a atuar na liga por questões de regulamento da época (como restrições para atuar na seleção nacional caso entrasse na competição).
Marquinhos Abdalla também foi draftado antes de Rolando, sendo escolhido como 162ª escolha pelos Blazers, em 1976, mas também optou por não atuar na liga e fazer história no Sírio, de São Paulo.
Ou seja: Rolando não foi o primeiro draftado, mas foi o primeiro a atuar em quadra no torneio.
Antes de entrar no hall de primeiros brasileiros na NBA, Rolando representou o Brasil em diversas competições internacionais. Pela seleção, o atleta participou de três mundiais e duas olimpíadas (1988 e 1992), além de fazer parte da histórica conquista do Pan-Americano de 1987, em Indianápolis.
Quais são os brasileiros campeões da NBA?
Apesar de a presença de brasileiros na liga nunca ter sido expressiva, alguns conseguiram ir além de entrar em quadra e atuar poucos minutos, eles conquistaram o sonhado anel da NBA, o principal objetivo para qualquer atleta amante da bola laranja.
Entre os campeões estão Tiago Splitter, que conquistou o título na temporada 2013/2014 com o San Antonio Spurs em cima do Miami Heat de Lebron James. Atualmente, o pivô é o técnico do Portland Trail Blazers e o único que conseguiu vencer o Oklahoma City Thunder em 2025/2026.
Leandro Barbosa aparece como o segundo e último atleta canarinho campeão da NBA. O ala-armador levantou a taça com o Golden State Warriors de Stephen Curry em 2014/2015.
Além desses nomes que alcançaram a glória, há outros jogadores brasileiros na NBA ícones pela longevidade e consistência na liga, mesmo sem conquistar o título.
O principal é Nenê Hilário, que disputou 965 jogos entre 2002 e 2019 e ultrapassou a marca de 10 mil pontos na carreira na competição.
Outro nome de relevância é o de Anderson Varejão, pivô que sempre apareceu como peça essencial nas franquias que vestiu a camisa.
O futuro dos brasileiros na NBA: quem pode ser a próxima estrela?
Embora tenha tido jogadores de grande destaque nos últimos anos, a presença de brasileiros na NBA nunca foi contínua. No início de 2023/2024, por exemplo, nenhum atleta tupiniquim tinha acordo com as franquias da liga.
Porém, há sinais positivos de que uma nova safra pode reacender o orgulho nacional nas quadras. Na temporada 2025/26, por exemplo, há três brasileiros sob contrato oficialmente na liga: Gui Santos (Golden State Warriors), Tristan da Silva (Orlando Magic) e Nathan Mariano (Phoenix Suns).
No entanto, é importante dizer que todos estão nos times da G-League.
Ainda assim, o retorno de brasileiros à liga reacende o interesse nacional pelo basquete, inspirando jovens talentos nas categorias de base, nas escolinhas e nos clubes do país.
Claro, o caminho não é simples. Fazer a transição entre o basquete brasileiro e a NBA exige adaptação e muita preparação física para o jogo físico estadunidense. Mas o precedente já existe, além de grandes ídolos para que a base consiga se inspirar.
Dos três brasileiros na NBA, o ala Gui Santos é o de maior destaque. Em seus três anos na liga, o atleta conta com médias de 3,85 PPG com 45,7% de aproveitamento dos arremessos, além de 2,64 RPG e 1,06 APG. Seu tempo em quadra costuma girar por volta de 11 minutos por partida.
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